Alba and the Venezuelan resistance in Brazil

“When I left [Venezuela], I said, ‘I will be the resistance in Brazil because I will have a voice and I will tell the world who we are”. One of the pioneers of the first Boa Vista Welcoming Centre, Ms. Alba Marina is certainly a force of resistance in Brazilian lands – and still offersContinue reading “Alba and the Venezuelan resistance in Brazil”

Alba e a resistência Venezuelana no Brasil

“Quando eu saí de lá [da Venezuela], eu falei ‘eu vou ser resistência no Brasil’. Porque eu vou ter uma voz e eu vou dizer pro mundo quem a gente é”. Idealizadora do primeiro Centro de Acolhida de Boa Vista, Alba Marina com certeza resiste em terras Brasileiras – e ainda oferece suporte aos seusContinue reading “Alba e a resistência Venezuelana no Brasil”

Roraima: The Complexities of the Migratory Flow

Dona Raimunda has lived in Boa Vista since 1983 when she moved from Manaus. Like many Manauaras, she “came to visit and never went back”. Her recount is complex and rich described in a way that only Roraimans can deeply identify with. In an informal conversation at the city’s Crafts Center, at first she complainsContinue reading “Roraima: The Complexities of the Migratory Flow”

Roraima: onde as complexidades vão além de um fluxo migratório

Dona Raimunda vive em Boa Vista desde 1983, vinda de Manaus. Como muitos de seus conterrâneos, “veio para conhecer e nunca mais voltou”. O discurso dela é de uma complexidade que só Roraima parece carregar. Numa conversa informal no Centro de Artesanato da cidade, ela reclama para mim de como a população Venezuelana mudou aContinue reading “Roraima: onde as complexidades vão além de um fluxo migratório”