Suely: The sadness that won’t leave the Córrego do Feijão

“My facial expression has even changed, I don’t smile as I do here anymore,” says Suely while she shows me the cover of a 2014 tourism magazine she featured because of her restaurant at the “Córrego do Feijão”. Today, the Casa Velha restaurant is rented out to Vale and the wood-fired oven and the smellContinue reading “Suely: The sadness that won’t leave the Córrego do Feijão”

Suely: A tristeza que ficou em Córrego do Feijão

“A minha fisionomia até mudou, eu não sorrio mais como aqui”, me diz Suely ao me mostrar a capa de uma revista do SEBRAE de 2014 em que apareceu por conta de seu restaurante no Córrego do Feijão. Hoje, o restaurante Casa Velha está alugado para a Vale e o forno a lenha e oContinue reading “Suely: A tristeza que ficou em Córrego do Feijão”

Brumadinho: a dor do luto coletivo

Brumadinho é uma cidade triste. De ombros caídos e olhares cansados. O luto se sente nas ruas, em cada conversa casual com seus habitantes que não esquecem o dia em que a barragem se rompeu e tudo mudou. Se sente no pó marrom que cobre a cidade e na cor de lama do Rio Paraopeba,Continue reading “Brumadinho: a dor do luto coletivo”